Eu te amo não diz tudo.


Será que fazer de tudo é mesmo tudo?
Parei pra pensar sobre isso após ler uma crônica de Arnaldo Jabor que dizia que “Eu te amo” não é tudo. E eu que sempre pensei que o amor é mesmo tudo, já tenho minhas dúvidas... Fazer de tudo, ou dizer eu te amo não sustenta uma relação? Não se ambas forem independentes, talvez. Ou quem sabe eu seja “highly sensitive” e não consiga enxergar além do que os meus olhos me mostram.
Meu coração ainda é fraco e bobo. Ainda não sabe coisas demais. As vezes eu sinto que existe um oceano dentro de mim, com ondas cada vez mais furiosas, dessas que chegam a amedrontar os surfistas, tamanha adrenalina que sentem. Mas as vezes não passa de um laguinho, um riacho, um fio de água que desce sozinho.
O fato é que eu penso tanto em desistir, e outrora vejo que, afinal, não ganho em nada. Desistir de entender o que é o amor, e sei que assim que eu conseguir desvendar essa façanha milhares de outras dúvidas vão se achegar. A principal delas é: Será que amar é mesmo tudo? E quando é feito de tudo é suficiente?
As cicatrizes se intrometem muito mesmo quando o coração e a razão estão dialogando. Ou devo dizer discutindo? Ou quem sabe, dizer que estão em guerra? Nem sei... nunca saberei... acho!

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