Renato Rocha, ex integrante de Legião Urbana mora nas ruas.



Renato Rocha, baixista da banda Legião Urbana entre 1984 e 1989, está vivendo como morador de rua no Rio de Janeiro há cinco anos, mostrou uma reportagem do "Domingo Espetacular" exibida nesse domingo (25), na Record. O músico, que participou dos três primeiros discos da banda, foi encontrado pela equipe de reportagem sentado em frente a uma agência bancária. Ele conta que possuía uma residência fixa na cidade, mas foi perdendo dinheiro, uma vez que a renda provinda de direitos autorais não eram o suficiente. Ele, em seguida, foi morar em um hotel e, finalmente, foi parar nas ruas. O pai do músico, o advogado e sargento aposentado Sebastião Rocha, que mora em Brasília, afirma que não vê o filho há mais de 10 anos. Ele conta que Renato mudou-se da capital brasileira para o Rio de Janeiro nos anos 90, após ser expulso da Legião. Ele acredita que, após se separar da mulher, o filho entrou em depressão e virou um dependente de drogas. "Ele ficou desgostoso da vida, mesmo dentro da própria família", disse Sebastião. “A gente sempre procurou aconselhar. Ele não é brigado com nenhum dos irmãos e nem comigo também”, acrescentou. O pai do músico acredita que as drogas foram responsáveis por levar Renato às ruas. Ele planeja, agora, encontrar o filho no Rio, para comprar um imóvel para ele.

Gente, quase não acreditei quando lí essa matéria. Não sei realmente a proscedência disso e nem sei se isso ainda acontece, visto que a matéia foi divulgada em março deste ano.Mas me entristeceu muito ver as consequencias que as drogas podem trazer para vida de uma pessoa. 

Já conviví com casos assim, alguns bem próximos outros nem tanto. 
Alguns bem perto do limite e outros nem tanto. 
Uma pergunta até me veio a cabeça agora: Vocês já viram algum louco admitir loucura? Eu nunca ví, ele sempre diz que está bem e tudo mais. E pra mim que estou de fora, acho que acontece meio que semelhante com as pessoas que dependem de qualquer droga, sempre dizem que estão bem e que podem parar quando quiser. Eles não se dão conta do que estão fazendo. As consequencias podem muitas vezes ser drásticas. 
Meu avõ por exemplo, que eu amo demais, fuma tabaco desde adolescente. Perguntei quando eu era mais jovem: Vô, o Sr. é dependente do cigarro? Ele me respondeu que não, que só fuma quando quer, ou seja, se ele não quiser fumar mais ele não fuma, que consegue parar quando quiser. Então eu propús a ele: Então o Sr. pode ficar essa semana sem o cigarro? Ele me respondeu que conseguiria facilmente ficar a semana toda sem cigarro, mas que não queria fazer isso. Não tinha vontade naquele momento de parar. Eu senti que ele não faria a pausa da semana por que não dava conta... Que gosta muito de fumar, e, porque não fumar se ele pode fumar? Fiquei triste... Os argumentos as vezes são suficientes para convencimento da própria pessoa. Elas acreditam nos argumentos e justificativas, mas nem sempre é o que representa a realidade. Só de vez em quando não faz mal? Talvez não. Mas o de vez em quando vai permanecer para sempre? Ou vai se tornando frequente, mais frequente até chegar na fase incontrolável?
Tenho certeza que o ex integrante não escolheu perder tudo. Ele nunca quis isso pra ele. Mas foi essa a conscequencia das atitudes que tomou há muito tempo atrás. A família já não conseguiu ajuda-lo, até sentir que deveria deixa-lo. A vida é muito especial, não deve ser entregada a nada que possa te controlar! Nós é que devemos ter as rédeas, as ecolhas... Não devemos ser refém de nós mesmos. Pensem nisso!

0 comentários:

Deixe seu comentário