Diário de gravidez - Primeiro Trimestre

Parece que foi ontem que eu descobri que estava gravidinha e agora já temos um diário de gravidez do primeiro trimestre que já passou.

Nesse exato momento estou na reta final dessa fase tão maluca que é a gestação. Minha intenção era de dividir com vocês todos os meses o que passei, o que senti, como encarei casa obstáculo e como comemorei cada boa notícia. Mas, não foi possível... a cabeça de uma gestante não funciona da mesma maneira como antes de engravidar. São reações hormonais que nos atingem no humor, concentração, produtividade e etc... Então, resolvi criar 3 vídeos e compartilhar 1 para cada trimestre. O primeiro deles já está no ar.

Descoberta da gravidez e revelação do sexo do bebê

Esse, com certeza, é um dos vídeos mais lindos e importantes do Canal do Youtube: A descoberta da minha gravidez e a revelação do sexo do bebê. Se você é inscrito lá já deve ter assistido (se não for clica AQUI). 

O vídeo documenta um pouco de como nos sentimos naqueles dias, as reações e as emoções... Foi mágico e sou muito grata por ter documentado tudo isso. Não me canso de assistir e com certeza vou mostrar para o nosso baby quando ele já puder ter contato com telas.



A nossa família está crescendo e eu quero trazer mais sobre o conteúdo ~ maternidade ~ aqui para o blog e lá para o canal. É um assunto que eu amo pesquisar e acho válido compartilhar o que já absorvi até agora. 

Você já é mãe ou pensa em ser algum dia? Me conta nos comentários

Gravidinha

Agora as coisas estão voltando ao normal...

Na verdade, elas saíram do eixo há 1 mês, exatamente. Quando descobri que estou grávida, mais especificamente. Minha cabeça deu uma chacoalhada que eu nem sabia que era possível. Meu corpo embarcou nessa chacoalhada e já começou a apresentar os sintomas das primeiras semanas. 
Cansaço? Bom, multiplica por 5 o maior cansaço que sentiu até hoje. Pronto, é essa sensação que o meu corpo tem no final de um dia de trabalho. As vezes quando eu acordo ele também tá cansado. 
Sono? Eu abro a boca quando vejo o emoji de "bocejo" do Skype. De vez em quando fico pensando: 
Será que alguém colocou cola nessa cama? Provavelmente sim, não consigo levantar por nada!
Pelo menos o enjoo ta sossegado. Enjoo se ficar muitas horas sem comer. 



Consegui retomar minhas lições de inglês e francês. Estou voltando às minhas leituras aos poucos. Minhas pausas pra almoçar estão mais tranquilas, sem milhares de compromissos em médicos, laboratórios, garagens procurando veículo, etc. Já posso dizer que estou começando a relaxar e curtir esse momento tão marcante. Estou até voltando a usar minha rede na garagem. 

Frustrações

Ano passado eu já havia procurado o meu médico e informado que eu gostaria de começar a tentar engravidar. Ele me receitou ácido fólico e disse pra eu voltar quando engravidasse. Conversei com ele sobre partos, já que aqui na minha cidade não tinha médico que apoiasse parto normal. Ele me disse que é a melhor opção mas ele não faz o meu parto, exceto se for o médico de plantão. Também disse que a equipe de anestesia só trabalha em horário comercial (!), ou seja, eu não poderia contar com a anestesia peridural se fosse fora do horário comercial. 
Um ano se passou e agora veio um médico da capital que faz um trabalho bacana com parto humanizado. Passei meu pré-natal pra ele e espero que dê tudo certo. 

Sou Malala + Meu nome é Amanda

Percebi que não tem post aqui ainda sobre 2 livros que me fizeram ter empatia por pessoas que não fazem parte do meu círculo de convivência. Os livros são: Sou Malala e Meu Nome É Amanda

Sou Malala

Faz tempo que o li. Portanto, não lembro de muitos detalhes da história em sim. Mas, por sorte tem várias resenhas na internet caso você queira conhecer mais a fundo. Mas, o que eu gostaria de registrar é como eu me senti tocada com o livro Sou Malala. Eu conheci mais sobre a cultura do Paquistão e consegui compreender um pouco mais sobre a religião muçulmana. 

Eu lembro bem que chorei algumas vezes enquanto lia. Era bem difícil imaginar que as coisas que estavam lá de fato aconteceram. Não se tratava de ficção e sim da vida real de uma paquistanesa muçulmana que lutava por seus direitos a educação e igualdade. Sinto gratidão por pessoas fortes como ela que não aceitam injustiçam simplesmente por que a sociedade acreditam que seja o ideal. 

Você já leu? Se ainda não, eu recomendo!

Meu nome é Amanda

Amanda é uma mulher trans que compartilha sua experiência de vida no YouTube. Depois que comecei a assistir seus vídeos eu comecei a entender as dificuldades que essa minoria passa e que eu jamais saberia se ela não tivesse a "gentileza" de compartilhar conosco. 

Quando comecei a assistir a Mandy Candy (Amanda) eu nem sabia a diferença entre um menino gay e uma mulher trans. Eu já não tinha preconceito com LGBT+ mas, depois do livro Meu nome é Amanda eu consegui me colocar, realmente, no lugar dessas pessoas e entender os obstáculos que existem, simplesmente, por buscarem ser quem são. Isso não deveria ser uma questão, todo mundo tem o direito de viver sua vida sem se esconder de uma sociedade cheia de preconceitos

Falei sobre o livro neste vídeo: 

Quebrei o pé + aprendizados

Não, você não leu o título errado: Quebrei mesmo o meu pé! E isso aconteceu com quase 30 anos de idade, sem nunca ter quebrado nada na minha vida. Assista o vídeo pra saber mais: